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TVs da Samsung que “veem e ouvem” chegam ao Brasil

iG São Paulo

Novos modelos, que reconhecem gestos e fala dos usuários, custarão a partir de R$ 6 mil

A nova geração de TVs conectadas da Samsung, que permitem controle por meio de voz e gestos, chegam ao Brasil esta semana. As TVs serão vendidas em lojas de varejo de todo o País em duas séries, com tamanhos de tela de 46 e 55 polegadas. As novas TVs são caras: os modelos de 46 polegadas têm preço entre R$ 6 mil e R$ 6,5 mil e as de 55 polegadas custam entre R$ 8,2 mil e R$ 8,7 mil.

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TVs da Samsung anunciadas durante a CES 2012, em Las Vegas (EUA), chegam ao Brasil

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Foto: Getty Images

Além dos novos recursos de interação com as TVs, as novas Smart TVs da Samsung também permitem instalar aplicativos na TV e navegar na web. Atualmente, são 370 aplicativos disponíveis para as TVs da marca. Por meio delas, o usuário pode usar serviços de streaming de filmes, como o Netflix, Netmovies e serviços como YouTube TV, Facebook, Orkut, e Twitter.

De acordo com a Samsung, as novas TVs ligam automaticamente quando o usuário diz "Olá, TV". Isso porque o aparelho é composto por microfones duplos.

A TV conta também com uma câmera HD integrada, que reconhece gestos pré-programados para mudar de canal, aumentar ou reduzir o volume, navegar na internet ou acessar os aplicativos. Alguns dos recursos dependem de uma conexão de internet. Todos os modelos possuem portas USB compatíveis com teclado e mouse.

Internet presente em 50% da linha

Com a chegada da nova geração de TVs conectadas, a Samsung afirma que 50% da sua linha de produtos à venda no País já possui conexão com a internet. O aumento do número de televisores com conexão de internet, segundo a empresa, acompanha a demanda do mercado. A Samsung estima que, em 2012, 4 milhões de unidades de TVs conectadas serão vendidas no Brasil.

A nova linha de TVs da Samsung chegam ao Brasil cerca de um mês após o lançamento dos produtos na América Latina. O motivo é a fabricação local dos produtos – as TVs da Samsung vendidas em outros países da região são importadas das fábricas asiáticas da empresa.

Schemer, serviço de recomendações do Google, chega ao iPhone e Android

Claudia Tozetto, iG São Paulo

Por meio do serviço, internauta define interesses e recebe sugestões de atividades de lazer em sua região

O Schemer, serviço do Google que recomenda atividades de lazer, acaba de ganhar um aplicativo para iPhone e Android. Lançado em dezembro de 2011, o novo serviço permite que os internautas escolham seus interesses e definam sua localização atual: com base nessas informações, o Schemer mostra diversas sugestões de atividades que estão acontecendo na cidade naquele momento. O serviço, no entanto, ainda só funciona nos Estados Unidos.

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Aplicativo para iPhone do Schemer permite buscar atividades de lazer e listar as programadas para os próximos dias

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Foto: Reprodução

O serviço também funciona como uma ferramenta de busca de atividades em outros locais, para onde o internauta está planejando visitar. Qualquer usuário pode cadastrar uma nova atividade no Schemer.

Ao consultar a lista de atividades recomendadas, o usuário pode salvar uma atividade para fazer ou pode sinalizar que já fez uma das atividades. Dessa forma, ao fazer uma nova busca as atividades realizadas não aparecem mais entre os resultados.

Os usuários também podem deixar comentários sobre as atividades realizadas, assim quem encontrar uma atividade pode conhecer mais detalhes sobre a atração ou dificuldades enfrentadas pelas pessoas.

O número de pessoas que planejam fazer a atividade também é mostrado em cada atividade, para que os usuários acompanhem a popularidade de cada uma delas.

É possível adicionar perfis de publicações especializadas em restaurantes ou turismo, por exemplo, para ter acesso a recomendações de especialistas por meio do Schemer. As atividades realizadas no serviço, assim como a maioria dos serviços do Google, estão integradas com a rede social Google+. O aplicativo do Schemer já está disponível no Android Market e App Store.

Serviço de recomendações do Google chega ao iPhone e Android

Por meio do serviço, internauta define interesses e recebe sugestões de atividades de lazer em sua região

Acer anuncia novos modelos de ultrabooks

Geek

Os modelos da linha Aspire M5 serão equipados com processador Intel Ivy Bridge

Por Fernanda Morales

A Acer anunciou o lançamento de uma nova linha de ultrabooks, a Aspire M5, composta por modelos com telas de 14 e 15 polegadas. De acordo com o Geeky Gadgets, ambos os modelos da Aspire M5 serão equipados com processadores Intel Ivy Bridge, 1GB de memória RAM e processador para gráficos NVIDIA GT 640M.

Segundo o SlashGear, tanto o modelo de 14 polegadas como o de 15 terão a mesma resolução de 1366×768 pixels e os usuários ainda poderão escolher entre uma série de hard drives e drives fixos.

A Acer não divulgou mais detalhes sobre os ultrabooks da série Aspire M5 como disponibilidade no mercado e valor, mas eles deverão chegar às lojas no mês de junho deste ano.

Como escolher e configurar seu roteador sem fio

Aprenda a compartilhar uma mesma conexão e proteger o sinal contra usuários indesejados

Aprenda a configurar seu roteador sem fio

Aprenda a compartilhar uma mesma conexão e proteger o sinal contra usuários indesejados

Como escolher e configurar um roteador sem fio

Maurício Coelho, para o iG Tecnologia

Aprenda a compartilhar uma mesma conexão e proteger o sinal contra usuários indesejados

Com cada vez mais tablets, smartphones e notebooks dividindo espaço com os desktops nas casas, acessar a internet por meio de uma conexão de banda larga fixa tornou-se inconveniente. Mesmo no caso de modems de banda larga móvel (3G), o acesso fica restrito a um computador de cada vez, o que limita o uso de smartphones e tablets.

Roteadores sem fio permitem compartilhar conexão de banda larga fixa ou móvel com outros dispositivos

Roteadores sem fio permitem compartilhar conexão de banda larga fixa ou móvel com outros dispositivos

Foto: Getty Images

Para compartilhar a conexão de banda larga principal com outros moradores da casa, o usuário tem a opção de criar uma rede sem fio (wireless) com a ajuda de um roteador. A escolha e instalação desses aparelhos, no entanto, pode ser complicada. Confira abaixo as dicas do iG para instalar seu roteador sozinho e configurar a rede sem fio sem dificuldades:

Qual modelo de roteador devo comprar?

Antes de comprar um roteador, é preciso identificar o tipo de conexão banda larga contratada na casa. Para os que possuem banda larga fixa (ADSL ou cabo), um roteador sem fio comum funciona corretamente.

No caso de uma conexão 3G, o usuário deve comprar um roteador que permita a instalação interna do chip da operadora ou que tenha uma conexão USB para conectar o modem fornecido.

Roteadores possuem diferentes portas na parte traseira para conectar cabo da conexão de internet e modem 3G

Roteadores possuem diferentes portas na parte traseira para conectar cabo da conexão de internet e modem 3G

Foto: Reprodução

O segundo passo é procurar um roteador compatível com a velocidade da conexão contratada. No mercado, o usuário encontrará roteadores do tipo B (até 11 Mbps), G (até 54 Mbps) e N (até 450 Mbps).

Para pessoas que contrataram uma conexão de 3 Megas*, um roteador que transmite o sinal de rede sem fio no padrão G dará conta do recado. Já para aqueles que têm ou pretendem migrar para velocidades superiores, é mais indicado comprar um roteador no padrão N.

Se a diferença de preço entre os modelos for pequena, opte sempre pelo padrão N que é compatível com os demais padrões. Contudo, não adianta usar um roteador N se o seu computador ou dispositivo móvel for do padrão G, pois sua velocidade será limitada a 54 Mbps.

O preço de roteadores para uso doméstico varia entre R$ 70 e R$ 500. A diferença se refere ao número e poder de antenas instaladas, quantidade de portas de conexão e recursos extras, como servidor de impressora e scanner embutido.

A maioria dos roteadores tem vida útil de até três anos. Após este período, grande parte desses aparelhos começa a apresentar problemas de sobreaquecimento. Para prolongar a vida do roteador, é indicado desligá-lo em períodos em que a conexão ficará inativa por mais de 48 horas.

Como configurar o roteador

ADSL e Cabo

Com o roteador em mãos, ligue sua fonte numa tomada. Em seguida, conecte o cabo de rede que sai do modem na porta WAN na parte traseira do roteador. Conecte um cabo de rede numa ponta em qualquer porta (1-4) do roteador e a outra no notebook ou desktop.

A partir de então, os menus do aplicativo que controla o roteador variam conforme fabricante e modelo. Para efetuar a configuração, o mais importante é entender a lógica do procedimento. Para entrar nas configurações:

1. Digite em um navegador (Chrome, Safari, ou Firefox) o número IP padrão do roteador. Este pode ser encontrado no manual ou numa etiqueta na sua parte inferior e é formado por quatro conjuntos de números, separados por ponto, como 192.168.1.1 ou 10.1.1.1;

2. Informe o nome de usuário e senha solicitados (ex. usuário: admin e senha: 12345). Essas informações também podem ser encontradas no manual do roteador.

Digite o nome de usuário e senha informados no manual para acessar a página de configurações do roteador

Digite o nome de usuário e senha informados no manual para acessar a página de configurações do roteador

Foto: Reprodução

Para iniciar a configuração básica:

1. Procure pelo menu com o nome "Quick Setup", "Wizard" ou similar. Neste local fica o orientador autoexplicativo de instalação;

2. Clique no botão para iniciar o passo-a-passo. Geralmente a ordem dos passos de 3 a 6 são estas abaixo, mas pode variar, de acordo com o fabricante do seu roteador;

3. Escolha qual o tipo de conexão do seu provedor. Se o modelo tiver opção de detecção automática, selecione-a. Caso não tenha, escolha PPPOE para provedores que solicitam usuário e senha para se conectar ou IP dinâmico para os que se conectam diretamente;

4. Altere o usuário e senha de acesso à configuração do roteador. Com isto, somente pessoas autorizadas poderão alterar as configurações. Esta senha não é a senha de rede que será usada para conectar dispositivos ao Wi-Fi. Ela será configurada adiante;

5. Ajuste a hora e fuso horário;

6. Digite o nome da rede. Ele será necessário para localizar a rede para conectar o dispositivo. Escolha o canal 6 ou 11 (no Brasil) para evitar interferência com outros equipamentos. Ou opte pela opção de escolha automática de canal, se o roteador tiver este recurso. Selecione o padrão "BGN modo misto" ou similar, para que dispositivos com diferentes tipos de velocidade possam se conectar;

7. Ative a criptografia WPA ou WPA2. Evite a WEP por ter brechas de segurança bastante conhecidas, o que pode diminuir a segurança da rede. Insira no campo indicado a senha que será solicitada na primeira vez que cada equipamento se conectar a rede Wi-Fi;

8. Clique para finalizar a configuração. Em alguns casos, o roteador pode ser reinicializado automaticamente.

3G e 4G

Os roteadores que suportam a tecnologia 3G e 4G seguem na maioria dos casos a mesma lógica de configuração descrita acima. A única diferença fica na escolha da origem da internet. Ao chegar no passo 3, escolha a opção 3G e preencha os campos solicitados com as informações de sua operadora de telefonia móvel.

*As conexões são vendidas pelas operadoras em megabytes, popularmente chamados de “Megas”. Contudo, essa medida precisa ser convertida para megabits por segundo (Mbps), critério técnico usado para medir a velocidade de conexões de internet, na hora de verificar a compatibilidade com o roteador. Como cada byte contém 8 bits, basta multiplicar o número de “Megas” contratados por 8. Se a conexão for de 3 Megas, por exemplo, a velocidade da conexão é de 24 Mbps.

Google encontra regulador francês sobre política de privacidade

Reuters

Empresa pode ser multada em mais de 300 mil euros caso não justifique as mudanças ao órgão regulador

PARIS – O Google irá se apresentar ao regulador de proteção à informação da França para responder a questões sobre sua nova política de privacidade como parte de uma investigação em toda a Europa liderada pelo órgão.

A Commission Nationale de l’Informatique (CNIL), da França, está examinando a nova abordagem do Google em relação a privacidade, em nome das entidades reguladoras da proteção de dados dos 27 países membros da União Europeia para determinar se está em conformidade com a legislação europeia.

A revisão poderia levar a sanções financeiras ou administrativas para a gigante de buscas norte-americana, mas não ficou claro se isso seria imposto coletivamente ou se os países iriam definir suas próprias multas individualmente.

A CNIL pode aplicar multas de mais de 300 mil euros (US$ 382,2 mil) e outros reguladores europeus podem cobrar penalidades mais elevadas. "Todas as opções estão na mesa", disse à Reuters a presidente da CNIL, Isabelle Falque-Pierrotin. "Nós não estamos totalmente satisfeitos com a resposta deles, então marcamos esta reunião para discutir as questões com o Google".

O Google já providenciou uma resposta de 94 páginas à CNIL sobre a nova política, que começou a funcionar em março. Sob o novo sistema, o Google consolidou 60 políticas de privacidade em apenas uma e concluiu a ferramenta que reúne os dados de usuários coletados em seus serviços, incluindo YouTube, Gmail e a rede social Google +.

 

Google registra patente de óculos com Android

BBC Brasil

Glass Project é a iniciativa do Google para criar óculos com realidade aumentada

selo

A gigante de buscas Google patenteou a tecnologia por trás de seus óculos de realidade aumentada, conhecido como "Google Glass Project". Três patentes de um "dispositivo de exibição" para usar no rosto, com características dos muito falados óculos futuristas foram submetidos a autoridades no último outono (no Hemisfério Norte).

Modelo mostra o protótipo do Google Glasses, que permitirá ver informações da web sem usar o celular ou tablet

Modelo mostra o protótipo do Google Glasses, que permitirá ver informações da web sem usar o celular ou tablet

Foto: Divulgação

As patentes fazem referência a funções como a exibição de dados diante dos olhos do utilizador e reprodução de áudio. Em abril, o Google revelou detalhes de sua pesquisa sobre os óculos e mostrou um vídeo de demonstração do protótipo. As patentes mostram imagens de diferentes versões de óculos de realidade aumentada, alguns com lentes e outros sem.

O Google está trabalhando no projeto em seu laboratório de pesquisa, o Google X. Os protótipos estão sendo testados atualmente por executivos da empresa, incluindo Sergey Brin, co-fundador da empresa, e Vic Gundotra, executivo encarregado de redes sociais.

O vídeo demonstrou uma simulação da visão dos óculos equipados com um microfone e uma pequena tela transparente sobre o olho direito do usuário. Além de exibirem informações sobre os arredores, os óculos possibilitariam a comunicação com outras pessoas, navegar na web, ouvir música e tirar fotos também.

Tecnologia semelhante

Há outras empresas que pesquisam os óculos de realidade aumentada. Por exemplo, a empresa californiana Oakley desenvolve óculos destinados a atletas. Um número de empresas tentou ser pioneiro do conceito, mas não foram muito longe porque, segundo analistas, as suas versões exigiam que os usuários carregassem uma bateria separada.

"Há grandes oportunidades para a publicidade personalizada com os sistemas de realidade aumentada – especialmente se eles têm embutido o rastreio de localização GPS," disse Chris Green. "As oportunidades de monetização seriam enormes – mas ainda há grandes questões envolvidas, com a diminuição física do aparelho e fazer com que o computador que recebe e processa os dados seja realmente portátil."

Nova tecnologia fará busca do Google pensar como ?humanos?

Claudia Tozetto, iG São Paulo

Com novos recursos, em funcionamento só nos EUA, busca oferecerá resultados mais precisos

O Google acaba de anunciar uma grande mudança na tecnologia de buscas que permitirá que os internautas encontrem informações mais precisas e resultados complementares à solicitação original. Chamada de Knowledge Graph, a nova tecnologia “entende” o contexto de uma busca. “A busca ficará mais inteligente, porque entenderá as nuances do termo usado”, diz Amit Singhal, vice-presidente sênior do Google.

Na prática, ao digitar um termo de busca, o algoritmo do Google não só pesquisará os resultados mais relevantes que contém as palavras, como acrescentará aos resultados outras informações complementares. Se um internauta digitar Leonardo da Vinci na busca do Google, além de retornar páginas sobre o artista, a busca mostrará artistas relacionados, outros termos de busca relacionados e imagens das obras do artista.

“Trata-se do primeiro passo crítico para construir a próxima geração da busca, que usa a inteligência coletiva da web para entender o mundo de uma maneira mais parecida com os humanos”, diz Singhal. Por enquanto, a nova tecnologia de busca só funciona na versão americana da busca do Google – na web, smartphones e tablets. Veja mais detalhes no vídeo abaixo (em inglês):

O Knowledge Graph funciona a partir de uma rede de objetos, ou seja, uma série de conteúdos que se relacionam entre si. Segundo o Google, a nova tecnologia já usa mais de 500 milhões de objetos, além de 3,5 bilhões de informações e relacionamentos entre os objetos. Esses grupos de conteúdo são formados com informações colhidas pela busca, como os termos mais usados, e também por conteúdos encontrados na web.

O que muda na nova busca do Google

De acordo com o Google, a busca mostrará resultados mais próximos das expectativas dos usuários. Com a nova tecnologia, o serviço será capaz de entender termos que tenham diferentes significados. Como resultado, a busca passará a exibir apenas os resultados que o usuário procura e não todos os resultados que contém determinado termo.

Em todas as buscas, os usuários agora terão acesso a um box com informações relevantes sobre o termo usado, à direita dos resultados de busca. Ao pesquisar sobre uma pessoa, por exemplo, o box mostrará um resumo da biografia, uma foto, além da data de nascimento e morte (se for o caso), fotos de pessoas relacionadas e links para termos de busca relacionados.

Box na busca do Google mostrará informações resumidar sobre assunto pesquisado

Box na busca do Google mostrará informações resumidar sobre assunto pesquisado

Foto: Divulgação

Para montar este resumo, o sistema de busca identifica quais as informações relacionadas ao termo usado têm sido pesquisadas por outros internautas. A busca “entende” que, ao pesquisar sobre os filmes que Brad Pitt participou, o internauta também poderá se interessar pelos filmes que Angelina Jolie, sua esposa, trabalhou.

Com a ajuda da busca, o Google espera que os usuários aprofundem o conhecimento a respeito dos assuntos que os interessam. “Nós sempre acreditamos que a busca perfeita deve entender exatamente o que você quis dizer e retornar apenas os resultados que você quer”, diz Singhal.